Raiar d’aurora, meu despertar
Entardecer sussurrante
Anoitecer escaldante
Que cada frase eu bebo
E não consigo olvidar
Perdida em mares revoltos
Em mui ternas calmarias
Desejos alucinantes
Em noites claras e dias
Sentidos loucos e soltos
Buscando-me em ti, nos dias
Vesti-me com manto brilhante
Da luz do sol, das estrelas
Do verde ondear da serrania
Procurei, demente, incessante
Nas cores de músicas belas
Estavas lá? Não, não sentia
Perdição minha, sonho, doçura
Encantamento, meigo amor
Te suplico, oro e peço
Que apagues esta ternura
Esta chama, fogo, ardor
Do coração que t’entrego
Novembro 20, 2004

Comments em arquivo:
ResponderEliminarComentários: Amor
O atendimento à tua súplica, não aplacará, ao contrário, intensificará o ardor. Enviado por Manoel Carlos em novembro 21, 2004 12:13 AM
Querida amiga, em seu poema nada é artificial. A visão estética é expontânea, fluída, as vezes, imaterial , mas sempre sincera. è muito gratificante poder apreciar os seus dons. Eu tomei a liberdade de colocar o seu link em meu blog. Tudo Bem? Desejo-lhe um ótimo fim de semana. Beijos. LIA Enviado por LIA em novembro 20, 2004 03:47 PM
Acho que já te disse, mas volto a dizer-te que a tua poesia toca-nos bem dentro da alam!!! Um beijo e bom fim de semana Enviado por albino santos em novembro 20, 2004 01:59 PM
Oi, amiga: lendo aqui os seus últimos três poemas, neste ambiente acolhedor e com uma bela música a nos transportarmos a um refúgio sereno. Um beijo além mares... Enviado por Bené Chaves em novembro 20, 2004 01:06 PM
Ta lindo. Enviado por andrye em novembro 20, 2004 12:07 PM