
Corre uma brisa serena, amor
Inda não despertou a Aurora
Ouve, sente a voz do rouxinol
Trinando ondas de calor
Num dia que sem demora
Florirá em azul-verde de sol
Vem, amor, minha mão segura
Mergulhemos no som das flores
Silvestres, no veludo da rosa
Luzentes de alegria e candura
Caminha deslizando nas cores
Entre essências mais formosas
Vê os olhos que passam por fim
Desliza pelas pradarias imensas
E pensa nos enlaces de luares
Que te seguem sem pensares
Que nas calmas marés intensas
Há um doce despertar de mim
Vem, amor, o rouxinol canta um canto em ti
(imagem de Jeffrey Albert)
Posted by amitaf324 at 03:27 PM Comentários: (9)
Abril 8, 2005
Comments em arquivo:
ResponderEliminarComentários: O Rouxinol
Adoro rouxinóis e as tuas palavras homenageiam bem a linda imagem que colocaste :) Beijo grande, grande! Enviado por Carla em abril 21, 2005 07:02 AM
Toda esta noite o rouxinol cantou... dizia a Florbela.São espécies que parecem em vias de extinção, os rouxinóis. Beijos Enviado por henrique doria em abril 11, 2005 11:29 PM
E, o rouxinol cantou, no seu canto claro e belo... uma música, que nos entrou no coração. Um beijo para ti Amita e o meu sorriso também :-) Enviado por Menina_marota em abril 10, 2005 09:56 PM
Oi, Amita: voltando nesta Invicta de teus amores e cantando com seu 'rouxinol'nas sombras de uma escuridão e ilusões de uma vida. Um beijo bem claro... Enviado por Bené Chaves em abril 10, 2005 01:06 AM
Amita, para já não deu para ler nada. Acabo de chegar a casa. Só venho aqui para te desejar bom fim de semana. Enviado por josé gomes em abril 9, 2005 09:03 PM
Podia leque [arte] a alma Cruzar os braços e as pernas Podia leque [arte] o sangue Cruzar os dedos e as esfinges Beijinho grande :) Enviado por Sónia em abril 9, 2005 07:34 PM
O "canto do rouxinol", um prazer que os que vivem no meio do cimento armado não conhecem. Enviado por Peter em abril 9, 2005 07:11 PM
Que lindo poema e que belissima foto, Amita amiga! Beijinhos muitos! Enviado por Carmem Lucia Vilanova em abril 9, 2005 04:21 PM
{ … simplesmente deixo: “… que pedaços [de ti] escritos e [cortados] eternos [pintados] em blocos de pedra lacrados… que pedaços [segredos] em voz gritados [só não podemos ignora-los] …” © de[mente] … }{ bom fds } Enviado por de[mente] em abril 8, 2005 11:37 PM