
No Tempo que a vida nasce
Em berço de azul projectado
Não existe o quanto baste
Num mar de céus estrelado
No Tempo que a vida corre
Terna, doca, luzidia
Que pensar quando é mais forte
O saber que se sabia
No Tempo que a vida espaça
Estando certo ou não certo
A vida se veste de graça
E te diz “que bem te quero”
Se a vida tem o seu tempo
E o Tempo tem sua hora
Venham rajadas de vento
Inundações, tempestades
Avalanches, calamidades
E raiares de saudades
Que o Amor e seu sustento
Jamais tarda, não demora
(pintura de Georges Seurat)
Posted by amitaf324 at 07:07 PM Comentários: (9)
Agosto 31, 2005
Comments em arquivo:
ResponderEliminarComentários: No Tempo...
No tempo do amor, nada mais importa. Adorei este poema. Beijinhos Enviado por Paula Raposo em setembro 11, 2005 10:43 AM
Paginas escritas com a sua sabedoria que me encantam, é a minha aprendizagem a partir do zero, estou aprendendo a gatinhar com os seus ensinamentos, bem haja, boa semana, zezinho Enviado por zezinho em setembro 5, 2005 07:39 PM
É belíssima esta tua poesia. Obrigado por partilhares com tds nós. Enviado por GNM em setembro 5, 2005 11:29 AM
Ola amiga!td bem?voltei de ferias e como sempre escreves coisas lindas.beijokas grandes e bom fim de semana. Enviado por andrye em setembro 2, 2005 03:41 PM
O teu poema está muito bem escrito. Para além disso tem uma musicalidade e um ritmo impressionantes. Adorei. Beijinhos Enviado por NILSON em setembro 1, 2005 08:12 PM
Apetece-me fazer-te desafio e a acompanhares um romance sensual que estou a escrever e que irei postar no meu blog Nietszche que irá ser postado por partes em que o primeiro já lá se encontra. Gostaria que tu acompanhasses esta história e a comentasses. Acho que valerá a pena disponibilizares esse tempo porque irás dá-lo por bem empregue... Uma maneira diferente de se ver a sensualidade de uma relação amorosa, vistas através dos olhos de um homem! Aqui assim http://nietzsche.blogs.sapo.pt Beijos Enviado por Friedrich em setembro 1, 2005 04:36 AM
E venha o tempo sempre a seu tempo. Beijokas Enviado por Lina em setembro 1, 2005 01:00 AM
Lindo e sabiamente confiante, este poema. Gostei tanto, Amita! Beijos grandes para ti :-) Enviado por Dora em agosto 31, 2005 11:27 PM
O amor chega sempre:) Beijos Enviado por wind em agosto 31, 2005 09:31 PM