
Tudo o que aqui vês faz parte dela
Dessa sombra fugidia e discreta
Em perpétuo movimento
Tudo o que dela vês são filamentos
De voz sussurrando o silêncio
Em terna forma de amar
Aromas circulares em cadência
Elevam as quatro pontas do tempo
Sempre que a sentes no ar
Pelos sulcos que a água o fogo traçam
Cruzam-se aves verdes em cantatas
Na harmonia do pêndulo
Se a sombra no pensamento desliza
Cortam-se-me as palavras com dolência
E esta pedra onde repouso e me sento
Me fita
E em estilhaços se desfaz
Uma música maravilhosa, serve de fundo a um poema *****
ResponderEliminarPára nessa "correria". Só fazes "stop" para leres o "conversas".
Bom fds
Adorei a imagem..o poema nem se fala! um beijo grande e bom fim de semana amiga**
ResponderEliminarEu só conhecia o Branco e Preto!
ResponderEliminarE hoje vejo o B e P I, B e P II!!!
Estou baralho!
Amita,
Eu nem sei se és de Lisboa.
Mas deixo-te um convite no
EXTRANUMERÁRIO que gostaria
muito que aceitasses!
Continua a sorrir!
Cara amiga, aqui estamos depois de um passeio nesta alameda poética, um momento reconfortante! Nosso agradecimento pela visita que muito nos alegra. Beijinho, Sylvia
ResponderEliminarEm harmonia...lindo!
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