
Imagem de Jean del Ville
Criam-se hábitos e ritos
Sublinhados pelos anos
E no sufoco do grito
Mergulhos há que nos dançam
Em profundas mansas águas
No silêncio se medita
Içam-se frágeis cabanas
Dizeres de Nunca ditos
Pelas sombras se espalham
Como garras afiadas…
E pelos sulcos dos anos
Deslizam orvalhos pesados
Que ao longe saudades ditam
Em apelos e mensagens
No colo que tudo abriga
Que resolve e simplifica
Em suaves e ternas palavras
E que cobrindo se destapam
Das sombras surdas
Na inconstância dos passos.
Quantas vezes não existo...
Mas sou humana!
Poema in "Transparência de Ser"
Adoro menina quando no repouso dos silêncios pegas nas fotos da memória e te pões a tecer pensamentos com agulhas de palavras outros caminhos não tidos... talvez perto... talvez muito perto!... É um gosto ler-te! Beijinhos Amita.
ResponderEliminarUm poema de sensibilidades tão sentidas, que se tocam na humanidade de ser realmente Humana, porque o ésde uma forma excelente.
ResponderEliminarUm abraço carinhoso e bom fim de semana ;)
Um grito de alma, que se sente na profundeza do ser. Gostei muito!
ResponderEliminarBeijo e bom fim de semana ;)
Que lindo, Amita!
ResponderEliminarÉ dos poemas mais bem conseguidos nestes últimos tempos.
Gostei.
Beijo e um bom fim de semana. VIVA A CHUVA E O FRIO!!!
Olá,
ResponderEliminarlindo poema palavras sentidas e profundas
Gostei muito!
Vem ao virtualrealidade o momento é de alegria.
Jinhos
Isa
Mas muito humana depois da poesia que escreves só podes acreditar que sim. Beijinhos para ti amiga
ResponderEliminarBeijinhos e obrigada pela visita
ResponderEliminarlindo mesmo...
ResponderEliminarPassei para ler-te (estás preguiçosa...)e desejar-te um óptimo fim de semana;)
ResponderEliminarBeijo ( e o nosso café?)
Olá amiga: muito grato pelas palavras carinhosas. E que bonito poema, hein? Principalmente o arremate final: 'Quantas vezes não existo.../Mas sou humana'! Parabéns!
ResponderEliminarE vou-me, porém com saudade deste outro lado do oceano.
Um beijo com saudade e carinho...
Maria, mesma coisa do outro, só verificando os links.
ResponderEliminarTinha esquecido d comentar sobre as imagens de ambos os blogs, lindas, bem selecionadas.
Passando para ler-te... mais uma vez...
ResponderEliminarBeijo ;)
escreves lindamente e sinto-te num momente de particular inspiração.
ResponderEliminarQuanto ao 'resto', amita, querida amiga,
entendi o 'recado'. Também tu não achas graça nenhuma à desbocada da afrodite (embora tenhamos que reconhecer que ela tem lá excelentes poetas; não me queres tentar este género satírico? Seria uma honra e um prazer)
Um beijo para ti
Quantas vezes não existimos, embora humanos! Quantas vezes tão sós no meio da multidão!Quanto temos de lutar, por vezes, para sobreviver no meio de tanta contradição.
ResponderEliminarBeijinhos