Deliciem-se e tenham um fim-de-semaa excelente
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Sofisma!... Paralogismo!...
Se, que pensas em mim, penso
Desde a Aurora à Madrugada
Que não te valha o tormento
No que penso, não és nada.
Se não pensas nem pensaste
Quando pensavas direito
A amarga ilusão que trajaste
Pele da minha é em teu peito.
E se versejando me avisas
Com tal denodada insistência
Crê que as folhas da tua vida
Jorrando assim pensamentos
Partes são da nossa existência
Em ternos, quentes momentos.
* versos que, desde menina, ouvia meu pai cantar
(pintura de Arlette Steenmans)


Canto o fio da mensagem
Talvez seja uma simples tela

Imagem de Stanmarek
Ausente de mim vagueio
Pelas palavras de nada
Que me entram em rajadas
Incongruentes
Alteradas
Em cada despertar luzente
Ruídos de posse perdidos
Pela lonjura do tempo
Se não de existência sentida
Absurdos são dementes
Na teimosia presente
De um orgulho ofendido
Cego de tudo que teve
E esvaiu em fumo
E vento
Todos os dias há máscaras
Torcidas
Diferentes
Delineadas ou espontâneas
De quem passa a vida leve
Na brisa fútil correndo…
E a voz do sorriso esmorece
Na pressão que obscurece
Cada aurora brilhante
E clara
Da vida serena



