Não penses que pensas mal
Eu nunca pensei nem penso
Nem penso pensar em tal" *
Se, que pensas em mim, penso
Desde a Aurora à Madrugada
Que não te valha o tormento
No que penso, não és nada.
Se não pensas nem pensaste
Quando pensavas direito
A amarga ilusão que trajaste
Pele da minha é em teu peito.
E se versejando me avisas
Com tal denodada insistência
Crê que as folhas da tua vida
Jorrando assim pensamentos
Partes são da nossa existência
Em ternos, quentes momentos.
* versos que, desde menina, ouvia meu pai cantar
(pintura de Arlette Steenmans)

A trova que seu pai gostava, com certeza é linda e muito inspiradora, dado o poema que você criou...
ResponderEliminarBeijos de carinho e muita luz!
Estava convencido que já tinha comentado...
ResponderEliminarMas mais vale tarde que nunca.
Escreveste um belo poema a partir da quadra que o teu pai cantava. Filha de peixe... sabe cantar...
Bfs, beijinhos.
Feliz recordação, porque as palavras assim o permitem...
ResponderEliminarDeixo aqui as minhas saudações amigas, para si e família.
Bjnhs
ZezinhoMota
Lembraste meu pai, que também dizia-me versos retidos desde sua infância, quiçá lembranças de meu avô que não conheci. parabenizo-a pelo blog.
ResponderEliminarBelas quadras! Tens Amita, toda razão... são perfeitas. Filha de peixe... Não admira, pois... Os meus parabéns.
ResponderEliminarBji
E....como são belas essas memórias!!!!Lindo o teu post.
ResponderEliminarJinhos mil
Que aconteceu ao meu comentário que em tempos aqui deixei?
ResponderEliminar:(((((( este Blogspote...
Bjs
(as letras são assim larilesp...)
Ou tiras isto ou não volto mais aqui!!) eheheh
Interessante:
ResponderEliminarum soneto com a métrica da quadra.
Nunca tinha visto.
Cumprimentos
Olá menina,
ResponderEliminarSublime!
beijinhos
Isa