
Lemo-nos perdidos no tempo
Que o vento distancia
E perante o agreste silêncio
Vivemos cada momento
Como outrora se fazia
E sorvemos
O dedilhar de palavras
Rubras, escassas, imaculadas
No afago da brisa dolente
Que pelo espaço se doba
Desdobra e cala
Sob águas convergentes
E lentamente
Cerramos as pálpebras das asas
Quando a noite nos adentra
E mergulhamos no mesmo vão-de-escada
Onde os sonhos musicados
Afloram a pele ausente
Assim te bebo e te apreendo
Na hora do medo parada.
E pelos traços na estrada dos mares
Contigo percorreria
Se…talvez um dia…
De amor me falasses
Que o vento distancia
E perante o agreste silêncio
Vivemos cada momento
Como outrora se fazia
E sorvemos
O dedilhar de palavras
Rubras, escassas, imaculadas
No afago da brisa dolente
Que pelo espaço se doba
Desdobra e cala
Sob águas convergentes
E lentamente
Cerramos as pálpebras das asas
Quando a noite nos adentra
E mergulhamos no mesmo vão-de-escada
Onde os sonhos musicados
Afloram a pele ausente
Assim te bebo e te apreendo
Na hora do medo parada.
E pelos traços na estrada dos mares
Contigo percorreria
Se…talvez um dia…
De amor me falasses
(imagem recebida sem identificação do autor)
poema in "Transparência de Ser"
ola poderia me dizer que musica é esta ?
ResponderEliminaramei
me mande por email o nome
katsaniharris@ig.com.br
obrigada
"...E sorvemos
ResponderEliminarO dedilhar de palavras
Rubras, escassas, imaculadas
No afago da brisa dolente
Que pelo espaço se doba
Desdobra e cala
Sob águas convergentes..."
Lindo!
Tive o prazer de te ouvir declamar soberbamente este poema na Noite de Poesia.
O meu duplo aplauso.
Um abraço carinhoso e boa semana ;)
Cada vez q aqui venho me surpreendo pelas coisas lindas q leio e me tocam..
ResponderEliminarUm beijinho*
és poeta por inteiro amita
ResponderEliminareste poema assim o diz
não me perco quando te leio
sorvo delirante cada palavra
e mergulho na tua poesia até sentir a melodia...
parabéns menina linda
abraço-te com ternura
beijinhos meus
lena
Um belo poema, com um final que é uma esperança e um desejo.
ResponderEliminarAgradeço o não menos belo, que deixaste em comentário no Peter's.
Boa semana, minha cara amiga.
Bjs
Ola:)
ResponderEliminarAdorei o poema
enquanto o lia sinti assim uma energia branca e pura.
Continua assim e vou-t linkar:)
kizz
PS- e vou passando por cá
Belo poema, imagem e música!! Total harmonia! abraço.
ResponderEliminarResto de boa semana
ResponderEliminarPalavras sempre ternas e puras, adoro vir aqui saborear esta tranquilidade e calmaria. Beijinhos amiga*
ResponderEliminarAtrevo-me a falar-te de amor pois... dos afagos das brisas que tuas pálpebras abertas tocam nos vislumbres das dores e dos amores que teu colo sustenta, voos em suspensão esperando as respirações das mãos aguardadas, é no pátio que te espero, segredar-te as minhas palavras de ânsias!... É delicioso ler-te amiga Amita. Beijinho grande...
ResponderEliminarBom fds
ResponderEliminarolá ;) então a menina não escreve nada em fevereiro? lembrei-me muito de si esta semana e continuo a dever-lhe um mail. mas vim dar-lhe um beijinho. até breve, amita.
ResponderEliminar"E pelos traços na estrada dos mares
ResponderEliminarContigo percorreria
Se...talvez um dia...
De amor me falasses"
Lindíssimo Poema, Amita
Beijinho
Olá Amita, primeiro desculpa-me a ausência, mas a vida por vezes complica-se-nos. Mas estou por aqui de regresso, cheio de força, cheio de energia.
ResponderEliminarAdorei revisitar-te e captar belos sentidos que dás as palavras.
Se de amor esse amor fala-se, este poema teria outros rumos. Mas infelizmente nem sempre é possivel falar no amor em todas as suas palavras e sentidos. Lindo poema como sempre,
Cmps, bom fim de semana.
muito bonito mesmo =)
ResponderEliminarparabens!
um beijinho
LIndo o poema e maravilhoso o musical . Por ambos os meus parabéns,pelo bom gosto.
ResponderEliminarDeixo ainda um beijinho e o convite de me visitares.
Intemporal.blogs.sapo.pt