
Como uma pluma, pairo
Em cada letra que espalhas
De melodia urgente
Na brisa que o tempo clama
E pelo silêncio da noite
Se sente…a chama.
Pedaços de azul, instância
Nas vestes que a noite abria
Leves, soltas, brilhantes
Sobre as águas transparentes
No vento de ti se encanta
Uma aragem diferente
No caminho percorrido
Mui breve foi a distância
Insana... demente...
E o aroma de saber-te
Perdurará para sempre
Mesmo que se silenciem
Os mares, os ventos…
E essa luz que ternamente
Se esparge ao ler-te
Por mim paira
Doce
Serenamente
(Pintura de Jimi Adeniyi)
as palavras como borboletas deambulantes....
ResponderEliminarvais ter de acrescentar o Carla III
;)
"ver-te é melhor que ler-te", digo eu que gosto mais do toque e do perfume.
ResponderEliminarBeijo
Os primeiros versos Amita, gostei sobretudo dos primeiros versos, assim como gostei da gravura. Tenho de começar a explorar esses artistas alemães.
ResponderEliminarBeijo*
E estas palavras espalham serenidade, brisas frescas que nos tocam, sons de chamamentos livres que esvoaçam! Lindo Amita. Beijinhos
ResponderEliminarLindo leve e sensual, adorei o teu poema. beijinhos
ResponderEliminar"Como uma pluma, pairo"
ResponderEliminar... gosto desta calma...
Bj e bom fim de semana;)
Gostei da imagem
"E o aroma de saber-te
ResponderEliminarPerdurará para sempre"
...lindo...
muito bom, escreves de dacto muito bem! Parabéns
Oi, amiga: muito grato pela sua sempre gentil visita. Já estava morrendo de saudade. E cá atravesso este oceano bravio para te dar as boas vindas. Sua poesia é como uma travessia suave e lenta através do tempo. Doces e serenos poemas diversos e de versos a enfeitiçar nossas mentes e corações.
ResponderEliminarBeijos além mares...