
Um esboço tracei de ti
Na suavidade das linhas
Tão tuas… tão minhas…
Ditadas pelo espelho
Que de longe me seguia
Penetrava e… sorria
Compilei gestos em tiras
Um estar em acalmia
Um profundo amor despi
Nas cores que a tela abria
Em poros, sopros de vida
Pela noite em tons d’azul
Sendo agora o meu espelho
E se de branco estou vestida
Diz-me quem voa primeiro
Se sou eu ou se és tu
Na suavidade das linhas
Tão tuas… tão minhas…
Ditadas pelo espelho
Que de longe me seguia
Penetrava e… sorria
Compilei gestos em tiras
Um estar em acalmia
Um profundo amor despi
Nas cores que a tela abria
Em poros, sopros de vida
Pela noite em tons d’azul
Sendo agora o meu espelho
E se de branco estou vestida
Diz-me quem voa primeiro
Se sou eu ou se és tu
(pintura de María de Echevarría)
E se forem os dois? Lado a lado...
ResponderEliminarMuito belo, com a delicadeza e a sensibilidade que são as principais características dessa poetisa maravilhosa...
ResponderEliminarFiquei muito feliz com os comentários que fizeste sobre meu trabalho.
Um beijo.
Sou eu que voo primeiro Amita pela suavidade da tela, no veludo das palavras, na tranquilidade da escrita e do Sax! Beijinhos
ResponderEliminarQuem sabe se almas gemeas, voarem lado a lado
ResponderEliminarSoneto
ResponderEliminarNas palavras, eu sei, bem me confundo,
Qual fossem as estrelas lá do céu,
Mundo vasto, tão vasto esse meu mundo,
Perdido procurando o carretel
Que prenda minha calma, indo tão fundo,
A moça mais bonita do bordel,
Coragem, coração tão vagabundo,
Corado vai subindo, num rapel.
Bem sei da serventia desses versos,
Inversos, são meus últimos delírios.
Carrego, procissão, levo meus círios,
Trafego nesses tantos universos,
Causando sofrimentos e martírios,
Sem medo dos tormentos adversos...
Soneto
ResponderEliminarVivendo meu tormento, por viver
Sabendo cada dia de saudade,
Tentando sem tentar vou esquecer
A vida que deixei nessa cidade.
Fingindo te querer por não poder
Saber se tens ou não felicidade,
Morrendo devagar, prá não morrer
Queimando cada chama que não arde...
Seguindo tantos falsos mandamentos,
Mascate, vou atrás dessa lembrança,
De quando não havia sentimentos,
Querendo traduzir em esperança
Os dias mais cruéis, nos pensamentos,
Que trazem velhos tempos, qual criança...
Voando em sonhos
ResponderEliminarque se dão, permanecendo
em nossa mente liberta
qual Condor no topo
da ilusão, voando,
voando
no céu de imensidão...
entre palavras que se cruzam
Amizades que se tecem
entre a maré e o vento
e a ternura de um gesto
que nunca será um lamento...
Voa
qual gaivota por entre
os rochedos da Vida
que se unterligam em
oferendas
de Amor...
Voa...
(Estou de volta...já sabes... e demorei-me aqui, entre palavras que falam à alma...)
Um abraço carinhoso e bom fim de semana ;)
(vamos tomar um café?)
Olá, o poema é fantástico a imagem é bela adorei. Beijinhos
ResponderEliminar"Compilei gestos em tiras
ResponderEliminarUm estar em acalmia
Um profundo amor despi
Nas cores que a tela abria
Em poros, sopros de vida
Pela noite em tons d’azul
Sendo agora o meu espelho
E se de branco estou vestida
Diz-me quem voa primeiro
Se sou eu ou se és tu"
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*******************************E, a Pintura* ACOMPANHA!_BELO_BELISSIMOS!
UM ABRACO AMIGO E... a saudade!
sua, Heloisa.
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Cada vez que volto aqui,a candura das palavras,desprotegem-me
ResponderEliminarÉs uma poetisa de grande sensibilidade! Quero mais...
ResponderEliminarGrato pela visita.
Meu corpo é feito de espera...
ResponderEliminarMeu corpo é feito entrega...
Meu corpo é feito de cio...
Sou carência,
Quero você!
Amiga q saudades de te visitar! continuas a publicar coisas lindas! um beijo enorme***
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